Algumas baladas são tristes, e mórbidas.
Outras são delicadas e suaves.
Algumas são pra dias de tempestade,
outras para verão fustigante.
Está é para o tempo que paira entre o passado e o presente.
Algumas são pra dias de tempestade,
outras para verão fustigante.
Está é para o tempo que paira entre o passado e o presente.
Pensando nos dias vindouros
Onde palavras não mais direi
escrevo as memorias
Delírios
e coisas que desejei
Quando eu morrer
não quero flores tristes
Desejo violetas, margaridas e lírios...
Quando eu morrer
não quero que minha mãe chore
não quero que meu pai engula o soluço
quero o doce silêncio
de quando as palavras não significam nada
Quando eu morrer
não quero que esqueçam
meu pecados
não quero que me tornem
algo que não sou
perfeita! não por favor
Quando eu morrer
quero ser cinza dispersa no vento
em vida luto contra o corpo que me aprisiona o pensamento
não me encerre num caixão
Quando eu morrer
Toquem musicas alegres
Uma balada
Recitem poemas,
para as almas amadas
Quando eu morrer
dos dias felizes guardem lembranças
não quero tristezas
pois eu já não estarei triste....
São coisas pra quando eu morrer...
Agora me fale de amor.
Onde palavras não mais direi
escrevo as memorias
Delírios
e coisas que desejei
Quando eu morrer
não quero flores tristes
Desejo violetas, margaridas e lírios...
Quando eu morrer
não quero que minha mãe chore
não quero que meu pai engula o soluço
quero o doce silêncio
de quando as palavras não significam nada
Quando eu morrer
não quero que esqueçam
meu pecados
não quero que me tornem
algo que não sou
perfeita! não por favor
Quando eu morrer
quero ser cinza dispersa no vento
em vida luto contra o corpo que me aprisiona o pensamento
não me encerre num caixão
Quando eu morrer
Toquem musicas alegres
Uma balada
Recitem poemas,
para as almas amadas
Quando eu morrer
dos dias felizes guardem lembranças
não quero tristezas
pois eu já não estarei triste....
São coisas pra quando eu morrer...
Agora me fale de amor.




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